Portugal merece vários posts!

Comecei a amar Portugal logo da primeira vez em que lá estive, no ano de 2000. Depois de conhecer a Espanha da minha família (isso é amor de sangue, explico noutra chance), aproveitei o caminho e fui ver a terra de Camões. Que surpresa a minha quando notei que coração de turista é mesmo, sem trocadilho, do tamanho do mundo!

Que povo amistoso, que comida boa, que vinho maravilhoso…  vivendo tudo isso, quando tomei o caminho de volta para Espanha e finalmente Brasil, já estava fazendo planos para a próxima visita.

Demorou um pouco, mas em 2005 passei rapidamente por Lisboa, quando voltava da Suíça, o que só fez aumentar minha frustração por ter desfrutado tão pouco, até então.

Foi só em 2009 que visitei Portugal como se deve: com exclusividade. Alguns dias em Lisboa, no privilegiado hotel Pestana, que outrora fora um palácio e agora é um lugar obrigatório nem que seja só prá tirar uma foto do jardim. Ou do restaurante? Ou do pátio interno? Ou da vista do Tejo? Difícil…

Depois, estrada, que eu adoro, até Porto, com direito a um dia inteirinho nas praias de Vila Nova de Gaia, só agradecendo a Deus por aquele sol peculiar de inverno Europeu, que ainda nos presenteou com um dos mais bonitos crepúsculos que tive a chance de fotografar.

Em Guimarães, também tivemos passeios memoráveis, mas, o curioso mesmo ficou por conta de um café muito antigo e tradicional, que chegamos a olhar como alternativa para o lanche, mas Laura, com sua desconcertante franqueza, falou que era “uma velharia só”.  Pois bem, fomos comer noutra freguesia e, à noite, já de volta ao hotel, começamos a ouvir sirenes, tumulto, gritaria e, ao ligar a TV, soubemos que o teto do tal café tinha desabado! Anos de história caíram sobre a cabeça de uns nativos e outros turistas… ninguém muito machucado, felizmente, e nós escapamos por pouco.

Ao final da viagem, já de volta em Lisboa, ficamos hospedadas em outro hotel, outro lado da cidade também. Queríamos visitar o Oceanário, lugar onde, de forma muito aconchegante, eu tirara uma soneca quando Laura ainda estava na minha barriga, quase 11 anos antes.

Fechei o roteiro, então, com a certeza de que ali seria sempre um bom lugar prá visitar e prá lembrar da coragem (ou da loucura) dos grandes navegantes (que, saindo da Torre de Belém, no fim, nos descobriram); prá comer quitutes de bacalhau e queijo da Serra da Estrela na Cervejaria Trindade e prá tomar café, comer (pasmem) brigadeiro e rever amigos na Pastelaria Suíça.

Aliás, tem Lisboa na minha vida, desde o primeiro livro…

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